O “Gente Cuidando de Gente” – programa que oferece serviços de saúde dentro do São Caetano Bairro a Bairro – somou 1.039 atendimentos nesta quarta-feira (27/09), no Centro de Saúde Dr. Manuel Augusto Pirajá da Silva, no Bairro Santo Antônio. O programa vai ser realizado novamente no próximo sábado, das 9h às 13h, no mesmo local.

São mobilizados 25 médicos, além de enfermeiros e auxiliares, atendendo em Clínica Geral, Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Geriatria, Ginecologia, Mastologia, Neurologia, Nutrição, Odontologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Psiquiatria, Psicologia, Urologia e Vascular.  No estacionamento, estava também uma unidade móvel com atendimento de Oftalmologia.

O prefeito José Auricchio Júnior esteve no Centro de Saúde para acompanhar o serviço. “O Gente Cuidando de Gente é um programa de livre demanda e ajuda muito a diminuir a fila por atendimentos de saúde no município”, afirma o prefeito.

 

NOS CONSULTÓRIOS

A aposentada Olinda Borges Moreira, de 84 anos, com queixas de problemas estomacais e oftalmológicos, sentia-se aliviada de poder se consultar com dois especialistas em um mesmo dia e local.  “Para nós que somos de idade, é mais difícil ir nos lugares. Aqui fica mais fácil”.

O comerciante Paulo Sérgio Santos, 57, aproveitou para se consultar com o endocrinologista e levar o filho Paulo Ricardo, 4, ao pediatra. “Hoje deixei a loja fechada. Não quis perder a oportunidade de agilizar esses atendimentos”.

Na fila também estava o aposentado Orlando Alonso, 77. Com uma condição física de fazer inveja  – “Não tenho colesterol alto, nem diabetes, nem pressão alta” –, ele foi cuidar de um problema vascular na perna. Depois de trabalhar em fábricas por 36 anos, hoje ele produz peças em casa. “Não gosto de ficar sentado”, afirma.

Para o ortopedista Nelson Ono, essas ações têm o mérito de realizar um atendimento inicial, de modo a reduzir a demanda reprimida. Mas é preciso que a população não abandone os tratamentos subsequentes, sobretudo no caso de doenças crônicas – comuns em sua especialidade. “Muitos pacientes realizam o primeiro atendimento no mutirão e não dão sequência ao tratamento. É importante que a população saiba que os ambulatórios estão prontos para recebê-los”, disse o médico.

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